
Mulher sofreu traumatismo craniano e aguarda vaga na UTI após colisão entre moto e carro. Acidente ocorreu no trecho urbano da rodovia recém-reformada.
Vilhena, RO - Uma motociclista de 53 anos encontra-se intubada e em estado grave após se envolver no primeiro acidente de trânsito grave registrado após a conclusão das obras de infraestrutura na BR-174, em Vilhena. O acidente ocorreu na manhã desta quinta-feira (6) no trecho urbano da rodovia federal que liga a cidade a Juína, em Mato Grosso.
De acordo com testemunhas, o Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar a mulher, que colidiu com um carro de passeio. A motociclista não portava documentos de identificação no momento do socorro, mas exames realizados no Hospital Regional de Vilhena detectaram traumatismo craniano. Ela permanece inconsciente desde o acidente e aguarda vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido à gravidade de seu quadro clínico.
O acidente é o primeiro de grande gravidade registrado após a conclusão das obras de modernização executadas pela prefeitura no trecho urbano da BR-174. A rodovia passou por melhorias na infraestrutura visando aumentar a segurança viária e melhorar o fluxo de veículos na importante via que conecta Rondônia a Mato Grosso.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou a ocorrência, mas não divulgou detalhes sobre as circunstâncias do acidente ou as possíveis causas da colisão. Investigadores devem analisar se fatores como a nova configuração da via, velocidade ou outras condições influenciaram no ocorrido.
A motociclista segue em estado crítico no Hospital Regional, onde recebe atendimento médico especializado. A equipe médica monitora constantemente seu quadro neurológico, que preocupa devido à gravidade do traumatismo craniano sofrido.
O caso acende um alerta sobre a segurança no trânsito de Vilhena, mesmo após investimentos em infraestrutura viária. Autoridades reforçam a importância do respeito aos limites de velocidade e da direção defensiva, especialmente em vias recém-reformadas onde os condutores ainda podem estar se adaptando às novas condições.
Fonte: Vilhena Online
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