Restos mortais podem ser de Gustavo Henrique Marçal Pereira, desaparecido desde março de 2025. Dupla suspeita do crime segue presa na cidade.

Vilhena, RO - A mãe do jovem Gustavo Henrique Marçal Pereira, desaparecido desde 28 de março de 2025, realizou coleta de material genético nesta terça-feira (2) para exames de DNA que confirmarão se a ossada encontrada enterrada em um quintal da região central da cidade pertence ao filho. O resultado da análise, que será realizada em Porto Velho, só deve sair em 2026.
A mulher reconheceu as roupas desenterradas junto com os restos mortais como sendo do filho, mas a confirmação oficial depende do laudo pericial. O caso foi descoberto durante a Operação "Fossa Humilis" (expressão em latim que significa "cova rasa"), realizada pela Polícia Civil na segunda-feira (1).
Uma mulher de 44 anos e seu filho de 23 anos seguem presos sob acusação de assassinato. A suspeita está detida na Colônia Feminina, enquanto o jovem aguarda julgamento na Casa de Detenção de Vilhena. De acordo com as investigações, a vítima teria sido morta a facadas e enterrada no quintal da residência localizada na Rua Marcos da Luz, nas proximidades da Escola Estadual Marechal Rondon.
As autoridades não divulgaram o teor dos depoimentos dos suspeitos nem o que alegaram na audiência de custódia, realizada na manhã de hoje. A Polícia Civil mantém sigilo sobre as motivações do crime e o relacionamento entre os envolvidos.
A operação que resultou na descoberta da ossada foi baseada em investigações que apontavam que Gustavo teria sido assassinado e enterrado no terreno do imóvel. A brutalidade do crime motivou um trabalho investigativo intenso da Divisão Especial de Homicídios e Proteção à Vida (DERCCV).
O caso comoveu a população de Vilhena e expõe a gravidade dos crimes violentos na região. A família de Gustavo aguarda agora os resultados dos exames de DNA para ter a confirmação definitiva sobre a identidade dos restos mortais encontrados.
Foto: Divulgação
Fonte: Vilhena Online
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