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Cão Husky ataca e mata carneiro terapêutico de escola para crianças autistas em Vilhena

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Animal foi encontrado morto com ferimento no pescoço no bairro Bodanese. Câmeras flagraram ataque do cão da raça Husky Siberiano que circulava livremente pela rua.

Imagem ilustrativa

Vilhena, RO - Funcionários de uma escola terapêutica para crianças autistas localizada no bairro Bodanese encontraram uma cena triste ao chegarem ao trabalho na manhã desta segunda-feira (1º): um carneiro que integrava o programa de terapia assistida por animais estava morto no pátio da instituição.

As câmeras de segurança do local registraram o momento em que um cão da raça Husky Siberiano atacou o animal terapêutico. De acordo com as imagens, o carneiro não morreu por mordida, mas sim em decorrência de uma "unhada" no pescoço desferida pelo cão.

A proprietária da escola terapêutica relatou que o cão agressor costuma circular livremente pela rua e conseguiu identificar a residência de onde ele teria saído. A direção da instituição ressaltou que nenhuma criança que faz terapia no local correu perigo, já que o incidente ocorreu fora do horário de expediente.

A Polícia Militar foi acionada e compareceu ao local. Os policiais seguiram para o endereço indicado, onde encontraram dois cães da mesma raça - um do lado de fora e outro dentro do quintal. A proprietária dos animais foi localizada por telefone e cientificada sobre o registro de ocorrência referente à omissão na guarda e cautela de animais.

A dona do Husky Siberiano deverá indenizar a escola terapêutica pelo carneiro morto. A instituição, que atende crianças autistas e outras com necessidades especiais, utiliza animais como parte do tratamento terapêutico, e a perda do carneiro representa um prejuízo tanto financeiro quanto emocional para o programa.

O caso serve como alerta para a importância da guarda responsável de animais de grande porte, especialmente em áreas urbanas próximas a instituições que trabalham com o público infantil. A escola terapêutica reforçou que mantém todas as medidas de segurança para proteger as crianças durante as sessões de terapia assistida por animais.

Fonte: Vilhena Online

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