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Namorada de comerciante preso em Vilhena escreve carta e desmente agressão; outra denunciante estaria tentando ficar com bens

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Suposta vítima das agressões teria se negado a devolver os equipamentos após o fim da relação

Vilhena, RO - Após a redação publicar a prisão de um empresário de 29 anos (feita hoje, e não no sábado, 16, como divulgado anteriormente), acusado de violência contra ex-namoradas em Vilhena, o advogado dele entrou em contato com o site para dar sua versão e desmentir as informações que constam no texto distribuído à imprensa pela Polícia Civil, que cumpriu o mandado judicial (ENTENDA AQUI).

A primeira denúncia contra o homem foi feita por uma mulher de 33 anos, com quem ele havia namorado por 2 meses. Segundo o advogado do acusado, que é MEI e trabalha como representante comercial, neste caso a denunciante mentiu na polícia para obter vantagens.

Uma denúncia de “apropriação indébita” contra a ex-namorada foi registrada pelo comerciante na Unisp. Ele alega que a antiga parceira acionou a polícia para ficar com dois aparelhos de ar condicionado e uma TV de 75 polegadas deixados em sua casa pelo então namorado.

Conforme o registro caso, a suposta vítima das agressões teria se negado a devolver os equipamentos após o fim da breve relação entre os dois. O advogado que atua no caso diz que irá mover ação judicial contra a mulher, garante que ela jamais foi agredida, e estaria apenas tentando se beneficiar materialmente ao fazer a suposta falsa comunicação de crime.

Já a segunda denunciante, cujas declarações na polícia acabaram levando à prisão do representante comercial, o que teria feito a justiça acreditar que se tratava de reincidente no descumprimento da Lei Maria da Penha, escreveu uma carta “de próprio punho”, desmentindo a si mesma e alegando que registrou queixa contra o parceiro porque estava nervosa.

“Houve discussão e xingamentos de ambos, mas não ocorreu agressão física, como no relato registrado no dia 12/08/2025”, diz um trecho da manifestação por escrito, à qual o FOLHA DO SUL teve acesso. O acusado está sendo defendido, nos dois casos, pelo advogado Adenilson Magalhães.

Fonte: Foto: Divulgação Polícia Civil

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