Dentista recomenda não beijar desconhecidos no carnaval. Entenda - VILHENA ONLINE - NOTÍCIAS DE VILHENA E RONDÔNIA

Dentista recomenda não beijar desconhecidos no carnaval. Entenda

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Mesmo o carnaval sendo uma festa em que o flerte é muito maior, dentista fala sobre o risco do beijo em desconhecidos

Vilhena, RO - O carnaval é conhecido também como a “festa da carne”, talvez por conta de ser uma época em que as pessoas estão mais propensas a flertarem umas com as outras. E a folia é sinônimo de beijo na boca. Contudo, por mais que beijar seja uma coisa boa, é preciso ter cuidados com a saúde oral.

Segundo a dentista Giovanna Zanini Rodrigues, pós-graduanda em prótese pelo Instituto Americano de Odontologia em Brasília (DF), através do beijo é possível contrair várias doenças que merecem uma atenção das pessoas. São elas:

Mononucleose infecciosa (ou doença do beijo) – ela é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode ser transmitida através do contato próximo, como o beijo. Seus sintomas são febre, dor de garganta, fadiga e aumento dos gânglios linfáticos.

Herpes labial (herpes simplex vírus tipo 1) – ela é super contagiosa e também pode ser transmitida através do contato direto, como beijo. Essa herpes faz com que apareçam bolhas dolorosas nos lábios e em volta da boca.

Gripe e resfriados – os vírus respiratórios podem ser transmitidos pelo contato próximo, como o beijo. Os sintomas dessas doenças são febre, coriza, tosse e dor de garganta.

Infecções bacterianas – determinadas infecções, como a faringite estreptocócica, podem ter transmissão pelo contato próximo.

Justamente por essa variedade de doenças é que a dentista pontua que deve haver um cuidado nas festas do carnaval. Dentre eles, a primeira coisa seria evitar beijar pessoas desconhecidas. “É também importante praticar hábitos saudáveis de higiene. Isto é, lavar as mãos regularmente e evitar compartilhar utensílios ou copos. Assim, é possível reduzir o risco de contrair ou transmitir essas doenças durante o Carnaval”, disse ela.

Mais riscos


Além disso, Giovanna pontua que não são somente as doenças envolvendo o beijo que são um risco. Existem outros danos potenciais para a saúde oral no carnaval. Como por exemplo:

Aumento do consumo de açúcar – durante o carnaval, as bebidas e os alimentos que são consumidos podem aumentar o risco de cáries por conta do teor alto de açúcar.

Diminuição da higiene bucal – as pessoas têm a tendência de esquecerem de escovar os dentes com tanta regularidade ou nem têm acesso a uma escova de dente e pasta. Por conta disso, a placa bacteriana pode aumentar e também o risco de cáries e doenças gengivais.

Consumo de alimentos ácidos – refrigerantes, sucos cítricos e frutas ácidas podem acabar corroendo o esmalte dos dentes e deixá-los mais suscetíveis a cáries e sensibilidade.

Traumas dentários – o risco de quedas ou acidentes aumentam durante a folia e isso pode acarretar em traumas dentários.

Boca seca – o consumo de álcool na folia pode levar à desidratação e diminuição da saliva. Consequentemente, isso aumenta o risco de infecções bucais e cáries.

Cuidados


Mesmo durante o carnaval, as pessoas também não podem deixar de cuidar da saúde oral. Para isso, a dentista deu algumas dicas:

ter escovação regular;
escovar os dentes mesmo fora de casa;
usar fio dental;
evitar alimentos e bebidas açucaradas;
beber água com frequência;
evitar alimentos e bebidas ácidas;
evitar beijar desconhecidos.
De acordo com Giovanna, se as pessoas seguirem esses hábitos mesmo durante o carnaval, isso ajudará a cuidar da saúde dos dentes e prevenir problemas bucais.

“Mesmo durante os dias agitados do Carnaval, é importante reservar alguns minutos para cuidar da saúde bucal, realizando a escovação e o uso de fio dental pelo menos duas vezes ao dia. Esses pequenos cuidados diários podem fazer uma grande diferença na saúde bucal a longo prazo”, concluiu ela.

Beijo


Como sabemos, a maneira de se fazer esse ato muda conforme a região do mundo. O “beijo de língua”, por exemplo, em muitos lugares é chamado de “beijo francês”, mesmo que não saibamos se foram mesmo os franceses que inventaram esse jeito de demonstrar afetividade.

E não importa de onde uma pessoa é, se tem uma coisa que muitos de nós vamos concordar é que beijos são um dos grandes prazeres da vida. Sim, dificilmente vamos achar uma pessoa que fale: “Ah, mas não gosto de beijar na boca!”. Tal ato é uma expressão de afeto. Eles podem ser intensos ou sem graça, fofos ou quentes e até mesmo técnicos.

Se você já teve a sorte de ficar acariciando e beijando a pessoa que ama sabe muito bem a sensação e o prazer que isso traz. O beijo se tornou o símbolo do amor, é o que fazemos quando amamos uma pessoa e somos correspondidos.

E assim como qualquer outro movimento que o nosso corpo faz, uma grande quantidade de outras coisas acontecem enquanto determinado movimento está sendo feito. Com o beijo não é diferente.

De acordo com o antropólogo Vaughn Bryant, da Texas A&M University, o beijo estimula principalmente três sentidos. São eles o tato, o olfato e o paladar. A autora do livro “A ciência do beijo”, Sheril Kirshenbaum, diz que existem várias teorias sobre o motivo de as pessoas se beijarem. Algumas delas seriam relacionadas com as primeiras experiências humanas na Terra.

O beijo é um dos contatos mais intensos que duas pessoas podem ter. Antes de ele acontecer, pode ser que exista um momento de antecipação. Um olhar que vem antes do ato e a aproximação dos rostos já ativam o organismo.

A dopamina, substância que quando é liberada provoca a sensação de prazer e intensifica a motivação, faz com que a tensão arterial aumente e que a pulsação se acelere. Isso faz com que as pessoas tenham um pico de energia e tenham seus sentidos aguçados.

No momento em que os lábios se tocam, eles mandam para o cérebro todo um dossiê de informações a respeito de várias coisas do que está acontecendo, como por exemplo, umidade, pressão e temperatura.

É nesse momento em que a dopamina, que já está em funcionamento desde os olhares antes do beijo, chega no cérebro e produz seu complemento perfeito, provocando uma sensação de plenitude e felicidade nas pessoas.

Ele se tornou o símbolo do amor, é o que fazemos quando amamos uma pessoa e somos correspondidos. No entanto, o simples e prazeroso ato de beijar não é tão inofensivo assim. Existem diversas doenças que podem ser transmitidas quando você encosta na boca de alguém. Aparentemente, sair por aí beijando diversas pessoas que não conhecemos pode ser uma coisa bastante arriscada.

A principal delas é a conhecida doença do beijo, também chamada de mononucleose. Trata-se de algo contagioso provocado por um vírus chamado Epstein-Barr. Essa doença pode causar febre, dor de garganta e fadiga. Os sintomas variam de pessoa para pessoa e podem se manifestar por até um mês. O tratamento da doença costuma ser feito com paracetamol, repouso e consumo de líquidos.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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