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VÍDEO: ao deflagrar campanha por visibilidade, primeira professora universitária trans de Rondônia fala de violência e preconceito

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“A violência contra trans se manifesta de várias formas”

Vilhena, RO - Paraibana de João Pessoa e dona de três diplomas de nível superior (Serviço Social, Pedagogia e Sociologia), além um mestrado em Direitos Humanos, a hoje servidora pública Brunë (lê-se Brunê) Magalhães veio para Rondônia em 2016 e atuou como a primeira professora universitária trans do Estado, ministrando aulas em Vilhena.

Atualmente lotada no CAPS, em Colorado do Oeste, Brunë levou mais de um ano para conquistar na prática um direito já previsto em lei: deixar de usar seu “nome morto” e adotar o que ela escolheu. “Para uma pessoa trans, o nome social é importantíssimo, pois é o reconhecimento da nossa identidade, mas também preserva a dignidade, a saúde mental e própria existência da gente”.

Em vídeo enviado ao site, Brunë fala da campanha pela visibilidade trans, iniciativa que surgiu em 2004 para combater o preconceito e a discriminação contra homens e mulheres que formam este grupo social.

A servidora, que se destaca por conquistar seu espaço profissional com muito esforço e estudos, avalia que a violência e a discriminação contra pessoas trans são visíveis, inclusive no Cone Sul de Rondônia, onde quem enfrenta esse tipo de situação precisa lutar para se impor.

“A violência contra trans se manifesta de várias formas, incluindo os obstáculos para chegar ao mercado formal de trabalho. Uma pessoa impedida de trabalhar não tem como levar uma existência digna”, finaliza.

CLIQUE ABAIXO e assista o vídeo.







Fonte: Folha do Sul

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