Projeto de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais é apresentado como estratégia para redução do desmatamento - VILHENA ONLINE - NOTÍCIAS DE VILHENA E RONDÔNIA

Projeto de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais é apresentado como estratégia para redução do desmatamento

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A iniciativa visa à promoção da regularização ambiental em áreas específicas

Vilhena, RO - Buscando apoiar a regularização ambiental de imóveis rurais nos municípios, o Governo do Estado de Rondônia se reuniu na terça-feira (23), com representantes do Projeto de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais na Amazônia e em áreas de Transição para o Cerrado (Projeto CAR/KFW), para tratar sobre as estratégias de implementação do Projeto no Estado, cujo público-alvo das ações são produtores com imóveis rurais de até quatro módulos fiscais. O encontro foi articulado pela Coordenadoria de Monitoramento e Regularização Ambiental Rural (Comrar) da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

Com iniciativa da Sedam, o objetivo é promover a conservação e restauração das florestas e demais formações de vegetação nativa na Amazônia e no Cerrado, especialmente no que diz respeito à redução do desmatamento, à manutenção da biodiversidade e redução de emissões de gases.

O Projeto é executado com recursos do governo alemão, por meio do KFW – Banco Alemão de Desenvolvimento, que destina 33 milhões de euros em contribuição financeira não reembolsável para financiar as ações em curso nos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia, sob a gestão do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), em parceria com os Estados e gestão administrativa e financeira do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

Para o secretário adjunto da Sedam, Gilmar Oliveira de Souza, a iniciativa é fundamental para a promoção da regularização ambiental, em áreas específicas. “Este é um projeto crucial para enfrentar os desafios relacionados ao desmatamento, biodiversidade e emissões de gases, direcionado para envolver os produtores locais e garantir a abrangência da proposta. Isso é possível, por meio da cooperação entre os órgãos envolvidos e o engajamento da comunidade que será beneficiada”, afirmou.

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