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HORA DA VERDADE: rondonienses começam a decidir no domingo quem será governador na gestão 2023/2026

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Léo Moraes, Pimenta de Rondônia, Marcos Rocha, Daniel Pereira e Macros Rogério / Foto/montagem: Iury Lima – (Da Agência Amazônia)

Vilhena, RO - Neste domingo, 2, ocorrem as eleições que vão definir as autoridades em vários cargos de âmbito nacional e estadual no Brasil. Esse é o momento dos eleitores decidirem a quem dotarão de tal responsabilidade.

Para contribuir com essa escolha, o Extra de Rondônia destaca abaixo que são os políticos que concorrem ao governo do Estado, disponibilizando uma breve biografia de cada um dos concorrentes. Contudo, em Rondônia, a expectativa é que o novo governador seja eleito no 2º turno, previsto para 30 de outubro.

DANIEL PEREIRA (SOLIDARIEDADE) – Político experiente, ele começou sua carreira na Câmara Municipal de Cerejeiras, sendo depois eleito deputado estadual, exercendo dois mandatos nessa função entre os anos 90 e início da década de 2.000. Depois disso, dedicou-se ao direito e exerceu o comando de organizações representativas de servidores públicos, retornado ao cenário político há oito anos, sendo eleito vice-governador do Estado, na chapa de Confúcio Moura. Com a renúncia de Moura para concorrer ao Senado em 2.018, acabou concluindo aquele mandato ocupando o cargo de governador. Nos últimos anos esteve à frente do SEBRAE de Rondônia, na função de superintendente da entidade.

LÉO MORAES (PODEMOS) – Filho de políticos com tradição em Porto Velho, Moraes acabou seguindo a carreira dos pais, tendo exercido mandato de vereador na capital entre 2.013 e 2.015. Em seguida, conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa, onde sua atuação parlamentar acabou lhe credenciando a concorrer a deputado federal em 2.018, sendo bem-sucedido neste desafio. Chegou a ser cogitado para disputar as eleições municipais de Porto Velho em 2.020, mas resolveu focar no mandato parlamentar, se preparando para concorrer ao governo nas eleições do próximo domingo.

MARCOS ROGÉRIO (PL) – Nascido em Ji-Paraná, Marcos Rogério começou sua carreira na política na chamada “Capital da BR”, onde exerceu mandato de vereador entre 2.009 e 2.011, ano em que foi eleito deputado federal. Teve um primeiro mandato produtivo ao ponto de conseguir a reeleição e, nesta segunda legislatura pessoal, acabou ganhando projeção nacional graças ao cargo de relator de processo de afastamento do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Em 2.018 foi eleito senador, e passou a compor a base de Jair Bolsonaro no Senado Federal, tendo atuação de destaque na CPI da Covid, em defesa do presidente.

MARCOS ROCHA (UNIÃO BRASIL) – Ao contrário dos outros concorrentes, Rocha não tem histórico político anterior ao cargo que ocupa desde janeiro de 2.019, sendo Chefe do Executivo do Estado de Rondônia. Antes disso fez carreira na Polícia Militar e no governo Confúcio Moura foi secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos, e antes disso atuou como diretor do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Rondônia, instalado na capital. Rocha tem perfil discreto de governar, é tido como um administrador competente, se declara como “municipalista” e, neste último ano de mandato, seu governo desencadeou ações de vulto por todos os Municípios.

PIMENTA DA RONDÔNIA (PSOL) – Veterano participante de eleições majoritárias na capital e no Estado, o candidato sempre participa fazendo o contraponto da esquerda mais radical nas disputas, tem influência em certa parcela do eleitorado, mas nunca se mostrou como um concorrente competitivo, geralmente ficando nas últimas colocações em todos os pleitos que participa. Mesmo assim tem a sua importância no contexto, por dar voz e visibilidade da parcela da população que representa no processo político do Estado.

Fonte: Extra de Rondônia

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